12 de junho de 2018

Tripulante consegue namorar e casar?


Pois e não é que conseguem.... Vida normal a todos nós, tripulantes! Hoje vamos contar a história de dois casais, que doam suas vidas para o voo com segurança e se dedicam a profissão com todo amor e carinho, mas que também tocam suas vidas amorosas, felizes e contentes!  


O primeiro casal é a Paula e o Igor e, eles se conheceram dentro de um avião. Ela comissária e ele piloto. Namoram há 8 meses e nos revelaram as principais curiosidades de voar e namorar outro tripulante.

Conversamos também com a Ana e o Luciano. Ambos tripulantes da mesma empresa, se conheceram no voo e atualmente são casados e dividem seu tempo livre para sempre estar presente na vida dos filhos gêmeos. 


  Paula Comissária, Igor Piloto e uma paixão: voar!


Eles nos contaram que se conheceram há uns dois anos atrás em um bate e volta GIG. Ambos fizeram a ida tripulando e  voltaram de extra. Enquanto aguardavam para embarcar, conversaram bastante sobre relacionamento. Na época ambos eram casados com pessoas que não eram da aviação.
Após o pouso em SP, se despediram e nunca mais tiveram contato. 
Dois anos depois fizeram juntos um voo para Milão, nessa época ambos solteiros e foi neste voo que tudo começou. 


Eles já voaram juntos algumas vezes e gostam bastante quando surge a oportunidade na escala. Sempre com muito profissionalismo, afinal é preciso saber separar o lado pessoal do profissional e isso Paula e Igor conseguem fazer facilmente.

Como tudo nessa vida, se relacionar com tripulantes também surgem pontos positivos e negativos. Para o casal, como vantagem é que um entende a rotina do outro, os horários da escala e claro, têm a possibilidade de voarem juntos. Como negativo é que no meio de tantos pousos e decolagens, pode ocorrer da escala não bater, um pode estar chegando e o outro saindo para voar. 


Às vezes se encontram no mesmo hotel, mas isso só ocorre quando estão no mesmo voo. Quando ocorre a oportunidade de um café romântico no aeroporto entre idas e vindas, procuram fazer desse momento muito especial.Não é tão difícil de estarem os dois em casa, mas é sempre bem corrido.  Já pensaram em voar com escala casada, porém a empresa na qual ambos trabalham ainda não permite, mas as folgas eles sempre solicitam juntos.

No momento o casal não tem filhos juntos, mas pretendem ter futuramente, e não vêem problemas em voar e ter filhos para cuidar, pois eles já tem filhos de outro casamento.

 “O maior aprendizado que se tira de um namoro com tripulante é ser paciente, flexível, organizado e pensar sempre um no outro” relata Paula.  



                                                                                                     Foto - Paula e Igor 


“Um fato engraçado foi um voo que fizemos mas não contamos para ninguém que nos relacionávamos, até começarem a desconfiar de que algo estava acontecendo. Mas o legal era o fato de ninguém imaginar que já éramos um casal e por conta disso, passamos por algumas situações não muito comum, que jamais passaríamos se soubessem que estávamos juntos, se é que me entende (risadas)...


Em geral é um tipo de relacionamento muito bom! Onde a vontade de estar junto é constante. Quando estamos de folga, podemos ir no voo um do outro e assim aprendemos a aproveitar cada instantes juntos. Inclusive, estou respondendo essas perguntas com ele do lado, dentro de um avião em um voo para SP". 


Para todos os nosso leitores que são casais tripulantes, Paula deixa uma dica:
- “ Onde quer que estejam, sempre pensem um no outro”.    




Ana e Luciano, amando e voando.



Ana e Luciano  se conheceram em um voo bate e volta para Recife, há 12 anos. Já imaginaram o tanto de voos que já fizeram juntos? (risadas). Apesar disso, Ana nos contou que nunca imaginou que iria namorar e casar com alguém da aviação, foi uma peça que o desatino pregou.  

Na época em que eles se casaram há 10 anos, podiam voar juntos, pois na Cia aérea que trabalhavam não haviam restrições. Hoje, a política mudou, e nesta Cia aérea não é permitido um casal voar junto. O casal conta que foi super legal, pois eles souberam separar a parte profissional do casamento. Um fator facilitador para essa boa relação no ponto de vista do casal foi que já se conheceram trabalhando, logo já sabiam o estilo profissional de cada um.


                                                                                                                                   Foto Ana e Luciano

Relatam que o fato de trabalharem juntos dá um astral em toda a tripulação, se sentiam bem confortáveis ao voarem juntos e gostavam muito.
Ana ressalta como ponto negativo que ao ser casada com outro tripulante, as vezes não conseguem passar datas comemorativas juntos. Mas eles driblam bem esse fator, pois não precisam esperar um feriado ou fim de semana, visto que podem pegar umas folgas durante a semana e viajar e terem o seu lazer, o que é muito mais divertido, vamos combinar.

Também destacam que é uma enorme vantagem um entender o outro e acreditam que existe uma flexibilidade maior no seu relacionamento por ser casada com tripulante. Como por exemplo: para eles é possível se ver entre idas e vindas, entre pousos e decolagens as vezes até mais que um “casal normal” – brinca Ana.  

- “ Ficamos muito tempo juntos agora que somos do internacional e mesmo quando voávamos nacional também” - diz Ana.

Um momento super especial para o casal foi quando ambos tiveram a oportunidade de fazer um voo para Manaus com suas mães, momento marcante na vida de cada um.

Antes de terem filhos, eles tinham folga casada e sempre foram a favor de escala casada também. Mas após a chegada dos filhos gêmeos a logística é diferente, sendo necessário sempre ter algum deles em casa, já que os filhos são pequenos.
Para cuidar do casal de filhos, eles contam com o suporte dos pais de Ana... quando os dois estão voando, sabem que os filhos estão bem e felizes com os avós. Relatam que os filhos já estão acostumados com os pais viajando o tempo todo, pois desde pequenos foram inseridos nesse cenário.


                                                                                                                  Foto Ana, Luciano e o filhos

Ana e Luciano deixam uma dica para todos os nossos leitores e casais tripulantes:
- “Aproveitem todos os momentos juntos, os momentos que estão em casa como família, os momentos de voar... tudo intensamente!” 

18 de maio de 2018

Boeing 737 cai logo após decolar de Havana

Um Boeing 737 caiu logo após decolar do Aeroporto Internacional José Martí, em Havana, nesta sexta-feira (18). Bombeiros e resgatistas trabalham no local. O presidente Miguel Díaz-Canel disse que havia 113 pessoas a bordo, entre passageiros e tripulação.




AERONAVE 
Modelo - Boeing 737-200 
Empresa Cubana Aviación 
Capacidade Máxima 136 passageiros

Depois de uma confusão sobre o nome da companhia aérea, o Boeing 737 foi finalmente identificado como sendo propriedade da companhia aérea mexicana Global Air, que aluga aviões a outras companhias sob a designação Damojh Aerolíneas. 



Segundo o jornal cubano Granma, três passageiros sobreviveram ao acidente e foram hospitalizados em estado crítico. Ainda não há confirmação do número de mortes e se há brasileiros entre as vítimas. 



O destino da aeronave era Holguín, no leste da ilha de Cuba, a 670 km a leste da capital. 
O acidente ocorreu às 12h08 locais (13h08 de Brasília).



Fonte - g1.com.br e uol.noticias.com.br

24 de janeiro de 2018

Helicóptero cai em estacionamento de emissora de TV em Osasco





Um helicóptero da Rede TV caiu na tarde desta quarta-feira (24) no pátio da empresa em Osasco, região metropolitana de São Paulo.

A aeronave estava no heliponto, quando despencou sobre veículos em um estacionamento. 


Segundo o Corpo de Bombeiros, não houve vítimas.


Informações iniciais indicam que ventava forte no local na hora do acidente.



Fonte: Tvfoco.com.br

16 de outubro de 2017

Qual avião começar as horas de voo?!

Foto: Fanny Alves
Com certeza essa deve ser a dúvida de todos alunos que vão iniciar suas horas de voo, qual avião voar? Bom, para respondermos essa pergunta, devemos considerar diversos pontos, como custo, benefício, facilidade, mobilidade e etc.

11 de outubro de 2017

O Boeing 747 Mal Assombrado

A história é de dar arrepios, de tão completa que ela é, com tantas informações e comentários de quem já viu o tal fantasma do Boeing 747.