20 de fevereiro de 2017

"BATCAVERNA" - ACESSO AO COCKPIT SE TORNA MAIS RIGOROSO



Após o atentado de 11 de Setembro, as agências de aviação tiveram que criar novas regulamentações e sugerir novas leis para dificultar a entrada indevida ao Cockpit (Cabine dos Pilotos).

Após o atentado, foi implantada a lei que empresas e fabricantes tivessem que utilizar portas reforçadas, isso é mantido até os dias atuais. Também envolve outras regras, como por exemplo, é totalmente negado o acesso de passageiros ao cockpit durante o voo, outro exemplo é quando um dos pilotos necessitam sair para atender suas necessidades fisiológicas, uma das comissárias de bordo deve manter-se a frente da porta da cabine.

Para os pilotos, só a porta reforçada não basta. Desde o trágico acidente envolvendo às Torres Gêmeas em Nova Iorque, foram pelo menos 52 tentativas de sequestro de aviões comerciais. Duas companhias dos Estados Unidos instalaram em 2003, voluntariamente, uma tela de malha de arame, chamada de “barreira secundária”, instalada entre a porta do cockpit e a cabine de passageiros.

A Boeing e Airbus oferecem a “barreira secundária” em suas novas aeronaves, enquanto para aeronaves já em operação o custo para instalação é de US$ 5.000 ou menos. Já nos Estados Unidos, uma legislação recente do Congresso dos EUA tornou obrigatória a instalação das “barreiras secundárias” em novos aviões de fábrica.

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